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Este texto foi publicado no Diário de Notícias, no dia 26 de Julho de 2020.

Periodicamente, a Direcção Regional de Estatística da Madeira (DREM) coloca à disposição dos interessados um conjunto de publicações sobre as diversas actividades económicas da Região. No que respeita à Agricultura, a publicação anual "Estatísticas da Agricultura e Pesca da Região Autónoma da Madeira – 2019" que pode ser descarregada na página de internet da DREM desde meados de Junho, traz informação importante que merece a nossa atenção. O ano passado por comparação com 2018, nos cultivos temporários, houve aumentos das produções estimadas de alface, semilha, batata-doce, cebola, couve repolho, inhame, milho para maçaroca e morango. Na cana-de-açúcar, cenoura, feijão maduro, feijão verde, pepino, pimento e tomate, registaram-se diminuições nas quantidades produzidas, mantendo-se a cultura do nabo constante no seu quantitativo. Nas culturas permanentes e analisando igual período (2018 e 2019), as produções estimadas de abacate, ameixa, anona, banana, castanha, limão, maçã, mango, maracujá, papaia, pêro para sidra, tangerina e vinha subiram, enquanto que a cultura de cereja desceu e a pera atingiu o mesmo número de toneladas. Como já foi aqui referido noutro artigo, as evoluções positivas e negativas das produções agrícolas regionais estimadas estão ligadas às condições climáticas, à existência e ao surgimento de pragas e doenças (algumas introduzidas recentemente), ao preço pago ao produtor e ao preço que é vendido para o consumidor final, à importação significativa de produtos similares (embora alguns até sejam de qualidade inferior) com preços de venda mais baixos que os de origem regional, entre outros.

Além dos dados alusivos ao que mais se produz, podemos encontrar números sobre a evolução do Modo de Produção Biológico (MPB). Em 2019, a Região tinha 183,1 hectares (em plena produção biológica e em conversão) e 148 agricultores. Aquela área representa 3,7 por cento da Superfície Agrícola Utilizada (SAU) regional apurada em 2016, 4.893,2 hectares. O Recenseamento Agrícola 2019 cuja realização se encontra em curso, mostrará um retrato mais próximo do presente quanto ao "peso" do MPB e da Agricultura em Protecção Integrada (PI) no total de área agrícola. Tudo indica que a Agricultura Biológica irá aumentar em detrimento da conversão de terrenos agricultados anteriormente em PI, por haver cada vez mais consumidores que optam por hortofrutícolas livres de pesticidas de uso agrícola. Porém, é inequívoco que essa transição levará tempo, uma vez que há produções agrícolas que actualmente só são eficazmente protegidas de pragas e doenças com recurso aos produtos fitofarmacêuticos químicos, como são o caso das pragas da mosca da fruta e das cochonilhas que causam sérios prejuízos. Independentemente da escolha de produtos agrícolas no que concerne ao modo de produção, nunca é demais apelar para a aquisição e consumo do que é local, pois isso também contribui para a regularidade das áreas e quantidades das culturas agrícolas na Região ao longo do tempo, com ganhos diversos para o Agricultor, o Consumidor e a Paisagem Agrícola madeirense!

Cabe-lhe a si, caro leitor, em cada momento que compra verduras e frutas, olhar e cuidar primeiro pelo que é nosso. Ao termos esse gesto, estamos a ser cidadãos responsáveis e a dar um bom exemplo aos mais jovens, pois é assim que se criam bons e duradouros hábitos!

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publicado às 15:24

Este texto foi publicado no Diário de Notícias, no dia 28 de Junho de 2020.

O aumento da população mundial, a degradação do meio ambiente e o emprego excessivo dos recursos naturais tem relação directa com os sistemas globais de alimentação, os estilos de vida que consomem em demasia aqueles recursos e que originam resíduos. No mundo e igualmente em Portugal, a cada ano que passa, gastamos mais cedo aquilo que a Natureza nos dá nesse período, o que compromete seriamente as gerações vindouras. Nesse sentido, o nosso País comprometeu-se a ser neutro em carbono até 2050, ou seja, daqui a 30 anos. O conceito de pegada ecológica associado às emissões de dióxido de carbono, resulta da soma dos vários componentes do nosso dia-a-dia, como o consumo de energia, de mobilidade e de alimentos, que produzem aquele gás. Portanto, medem-se as áreas de cultivo, pastagem, floresta, pesca que um indivíduo precisa para produzir o que consome e receber o lixo que gera, tendo como unidade de medida, hectares globais (gha) por pessoa. De acordo com a Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, Portugal tinha em 2016 uma pegada ecológica de 3,94 gha per capita e uma média de 5 toneladas de dióxido de carbono por residente, libertadas para a atmosfera. Ora, a alimentação é a que mais contribui para a pegada ecológica e em segundo, os transportes. Como forma de encurtar essa marca ambiental importa dar primazia aos circuitos curtos agro-alimentares para que haja uma maior proximidade entre produtores e consumidores, não havendo a necessidade de tantos intermediários e reduzindo a distância percorrida pelos alimentos. Nesse aspecto, a Associação In Loco lançou no início deste mês o "Guia para Consumir Local", uma iniciativa 100% Local cofinanciada pelo NoPlanetB – AMI, pelo Instituto Camões e pela União Europeia, com o propósito de mudarmos comportamentos através daquilo que comemos quanto à sua quantidade e proveniência, e bem assim do que podemos fazer em prol da economia local e da diminuição da pegada ecológica.

A publicação de 30 páginas da autoria de Vânia Martins e Ana Arsénio que está disponível gratuitamente na ligação http://in-loco.pt/upload_folder/edicoes/3a87fb01-6e83-4d3a-878f-bec19a8eedbe.pdf, traz informação útil sobre a relevância de comprarmos alimentos que "cá se fazem, cá se comem", indo ao encontro da estratégia "Do Prado ao Prato" preconizado pela Comissão Europeia. O "Guia para Consumir Local" está dividido em três capítulos: "1. Conheça as vantagens de consumir local", "2. Avalie o seu perfil de consumidor alimentar" e "3. Contribua para um planeta mais sustentável através da alimentação". O uso de produtos agrícolas que crescem mais perto da nossa casa ajuda à preservação da identidade e à sustentabilidade da economia local, agrícola e ambiental, podendo ser comprovados pelo consumidor o sabor e qualidade distintos dos mesmos. Diariamente, as nossas escolhas alimentares afectam a pegada ecológica, pelo que se deve ter conhecimento sobre o tipo de consumidor que somos, para mudarmos aquilo que for possível e necessário, com o objectivo de diminuir o impacto nos ecossistemas por meio da alimentação. Para termos uma ideia da nossa marca ambiental e da pressão que exercemos no planeta, podemos utilizar uma calculadora que está à disposição em www.footprintcalculator.org, preenchendo os indicadores ali pedidos. A preferência por hortofrutícolas frescos e da época obtidos localmente, a tomada de consciência pela origem dos produtos no momento de aquisição, a opção por modos de produção mais amigos do ambiente e do Homem, bem como a possibilidade de reclamar junto do agricultor ou do vendedor quando adquiriu algo que não correspondeu às suas expectativas, melhorando dessa maneira a qualidade e a rastreabilidade dos produtos locais, são contributos para um mundo ecologicamente mais equilibrado. As compras a granel guardadas em embalagens e sacos trazidos de casa em detrimento dos produtos embalados em plástico ou cartão, é outra medida que complementa o papel que cada um de nós deve ter nesta matéria. Além da intervenção individual sempre que se compra, poderemos divulgar as boas práticas de produção e consumo local, promover os circuitos curtos de abastecimento mais próximos, organizar actividades de lazer, voluntariado ou de formação nas explorações agrícolas que possamos conhecer.

Em suma, há que defender em primeiro lugar o que é nosso, para o bem comum, no presente e no tempo que há-de vir!

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publicado às 16:17


Sem água, nada feito!

por Agricultando, em 31.05.20

Este texto foi publicado no Diário de Notícias, no dia 31 de Maio de 2020.

Nos últimos dias, a temperatura aumentou e a humidade relativa do ar diminuiu de tal modo que parecia que o Verão tinha chegado mais cedo. Tudo indica que nos próximos dias teremos temperaturas mais amenas e humidades mais consentâneas para esta época do ano. Todavia, no que diz respeito à chuva e não obstante os meses de Março e Abril terem sido relativamente generosos, os meses anteriores não o foram, comprometendo a reposição das reservas de água. Para a Agricultura madeirense, a escassez de água é uma séria ameaça ao sucesso da obtenção de boas colheitas que, por sua vez, irão originar o tão desejado rendimento de muitas famílias. No decorrer desta semana, a comunicação social destacou o dispêndio excessivo de água por parte dos consumidores que, por estarem confinados nas suas casas devido à Covid-19, gastaram aquele recurso indispensável mais do que o habitual. A Águas e Resíduos da Madeira (ARM) através do seu Presidente, Engenheiro Amílcar Gonçalves, fez um atempado apelo à população para que moderasse o consumo de água, pois ainda faltam alguns meses até chegarmos ao pico do Verão (Julho e Agosto) e há que ser criterioso a fim de que tudo corra pelo melhor, ou seja, que ao abrirmos a torneira lá de casa, continue a verter o precioso líquido. Mas, e a Agricultura? Quando se pensa em poupar água, o raciocínio remete-nos apenas para o uso doméstico, esquecendo-nos ou desconhecendo que, por vezes, para que não falte água no lar, o sector agrícola é preterido por imperativos legais e por uma lógica de estabelecimento de prioridades. Ora, sabendo-se que nos últimos anos já não chove tanto como antes e o consumo continua a aumentar, há que evitar gastos supérfluos a fim de que a água continue a chegar às casas e aos terrenos agrícolas.

A ARM tem vindo a recuperar canais de rega e construído reservatórios um pouco por toda a Madeira, no sentido de aumentar o caudal de água para o regadio agrícola. Os Agricultores que se candidatam a projectos de investimento agrícola de grande ou pequena dimensão também têm dado o seu contributo, no sentido de substituir a tradicional e perdulária rega por alagamento (ou ‘à manta’ como é também conhecida entre nós) por sistemas de rega localizada como o de micro-aspersão ou gota-a-gota. Essa mudança de sistema de rega possibilita uma utilização mais eficaz da água, com menos perdas. Por outras palavras, com a mesma quantidade de água consegue regar-se mais vezes do que anteriormente. Ainda assim, com as alterações climáticas já perceptíveis no nosso quotidiano (anos mais quentes e secos) há que recuperar tempo à escala regional, com o intuito de voltarmos a apostar por exemplo, no regadio agrícola sob pressão, que consiste grosso modo em transportar a água de rega em tubo da sua origem até ao terreno do Agricultor, com poucas ou nenhumas perdas. Ao contrário do que sucede no presente com as levadas, que mesmo em bom estado de conservação, apresentam perdas. Este tipo de regadio canalizado que chegou a ser apontado na Região como uma solução para que houvesse sempre água nas explorações agrícolas, foi planeado pelo Governo Regional em meados da primeira década deste século, mas infelizmente, não saiu do papel. Desconhecem-se as razões porque é que não vingou, mas certamente seria uma ocasião para passar das palavras aos actos, implementando-o em termos agrícolas, primeiro num conconcelho pequeno a fim de que se pudesse depois avançar com passos seguros em concelhos maiores.

Se queremos uma Ilha aprazível para o visitante, mas igualmente para o residente, há que ter consciência que a Agricultura desempenha um papel crucial no abastecimento de hortofrutícolas frescos e de grande qualidade, no ordenamento do território, diminuindo o risco de incêndios e de pragas como o rato por oposição ao que acontece nos terrenos baldios, e ainda na singular paisagem agrícola feita de poios com gente dentro, que complementa o nosso mar e a Laurissilva! Porém, sem água, nada feito!

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publicado às 16:33

Este texto foi publicado no Diário de Notícias, no dia 26 de Abril de 2020.

A Covid-19 e as suas consequências por demais conhecidas vieram reforçar a importância da Agricultura madeirense no que concerne ao abastecimento alimentar das populações. No presente, parte das produções que eram escoadas para o sector da hotelaria entretanto inactivo, estão a ser direccionadas para as Instituições de Solidariedade Social, graças à intervenção do Governo Regional da Madeira que está a adquirir hortofrutícolas, ajudando de certa maneira os agricultores que deixaram de ter os clientes habituais. As grandes empresas de distribuição alimentar, provavelmente por terem dificuldade em comprar produtos agrícolas de outros países, estão a apostar mais e bem na produção local. Porém, é preocupante ver nos seus anúncios publicitados nos órgãos de comunicação social, que apesar de apoiarem o que é nosso, praticam os preços mais baixos que o consumidor tanto deseja, mas que acaba por ser prejudicial, pois o desconto praticado vai incidir sobre a margem de lucro de quem fornece os produtos frescos. Já é altura destas empresas pagarem aos produtores o preço justo em vez do preço baixo, pois o desconto que alicia o comprador final causa prejuízo a quem durante semanas ou meses cuidou dos produtos agrícolas, suportou os encargos com os factores de produção como os fertilizantes e os pesticidas de uso agrícola que sobem de preço, e quando é suposto receber o dinheiro que lhe permitiria saldar as despesas e obter algum ganho, isso raramente acontece. Mesmo assim, ressalve-se que nestes momentos de dificuldade, os consumidores são sensíveis ao apelo de consumirmos o que é regional, o que é positivo, pois assim garantem uma alimentação diversificada e saudável, estando ainda a auxiliar a Agricultura da Região e consequentemente de quem dela depende.

No dia em que o Coronavírus deixar de interferir com a nossa vida corrente e esse dia chegará, só não sabemos quando, seria bom que retivéssemos o que estes tempos de confinamento social têm trazido. No que diz respeito ao sector agrícola, seria desejável que o sentimento que o que é regional, é bom, perdurasse. Esse sentimento regionalista de comprar preferencialmente o que está mais perto de nós, que é da nossa terra e só depois recorrer a outras regiões ou países, devia ser incutido nas escolas dos vários níveis de ensino, desde a creche até ao 12.º ano de escolaridade. À semelhança da transmissão de ensinamentos de índole ambiental, nomeadamente na separação dos resíduos recicláveis como o cartão, o papel, o plástico, o metal, o vidro, entre outros, e os orgânicos e o seu aproveitamento para a produção de composto, igual empenho deveria ser dado ao papel que a Agricultura madeirense tem, não só na sua missão de providenciar alimentos, mas igualmente no contributo muito positivo de tornar a paisagem regional muito mais agradável, para o residente e para o visitante. É tempo de nos ajudarmos mais uns aos outros. Se comercializarmos mais produtos agrícolas regionais, mais pessoas irão fixar-se no meio rural e não irão sobrecarregar as cidades e vilas, mais terrenos incultos passarão a estar cultivados, com ganhos evidentes na paisagem ao nível estético, social e económico, bem como na redução do risco de incêndios, ficando mais dinheiro por cá, robustecendo a economia da Região. Não obstante a necessidade de termos de importar bens alimentares, por não termos ou sermos deficitários em gramíneas como os cereais, o arroz, o milho, tudo o que for feito para sermos menos dependentes do que vem do exterior a nível de hortofrutícolas, tanto melhor para a nossa autonomia alimentar.

Vamos continuar a dar preferência ao que é de cá, no presente e no futuro, para o nosso bem e o dos vindouros!

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publicado às 16:02


A Agricultura não pára!

por Agricultando, em 29.03.20

Este texto foi publicado no Diário de Notícias, no dia 29 de Março de 2020.

Nestes dias incertos, mas de esperança que tudo vai correr bem se fizermos a nossa parte, é inevitável falar do Covid-19. Quase todos tivemos de parar de fazer o que era o dia-a-dia e ficar em casa, quando até há um par de semanas nos queixávamos do tempo que passava a correr, e agora num repente, até parece que sobra tempo! E não é só a doença que nos preocupa, é a economia que também começa a "adoecer". Na agricultura, e porque as plantas e as árvores de fruto se tratam de seres vivos que o agricultor cuida todos os dias para deles tirar produção e sustento, o quotidiano mudou, mas não tanto, pois é preciso semear, regar, sachar, fertilizar, proteger as culturas das pragas e doenças e colher. O mesmo raciocínio de trabalho permanente deverá ser feito para a produção animal, seja de carne, leite ou ovos. Como precisamos de comer várias vezes ao dia, se nas refeições incluirmos hortofrutícolas de origem regional, tanto melhor, visto que são mais frescos e como tal, têm mais qualidade que aqueles que vêm de destinos longínquos. Além dos supermercados, onde nos podemos prover de frescos, existem lojas nos mercados municipais da Região e os "Mercado dos Agricultores" dos Centros de Abastecimento Hortícola dos Canhas e Hortofrutícola dos Prazeres geridos pela Secretaria Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural (SRA) através da Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DRA), entre outros estabelecimentos de venda a retalho, que continuam de portas abertas, embora condicionados no horário de funcionamento e no acesso ao interior dos recintos.

A necessidade aguça o "engenho e arte" no sentido de dar resposta às restrições de circulação de pessoas devido ao Covid-19, pelo que têm surgido algumas soluções de carácter privado e público para que nada falte em termos de produtos agrícolas frescos e outros derivados. No privado, dou aqui o exemplo de uma empresa, a Freshbio que comercializa hortofrutícolas de produção própria e transformados biológicos que sempre forneceu cabazes ao domicílio e que, nos últimos dias, apesar de ter reforçado as entregas, chegou ao ponto de não poder dar mais resposta a tantos pedidos de encomenda. Contudo, resolve o problema de muitas famílias que de outro modo tinham de sair de casa para conseguir aqueles produtos. No público, ilustro com uma iniciativa do Município do Funchal, "Mercado em Casa", que vai permitir entregar nas habitações dos mais velhos, legumes e frutas adquiridos nas lojas dos Mercados dos Lavradores e da Penteada, sendo o transporte gratuito assegurado pela autarquia. Os interessados deverão pedir as encomendas e obter mais informações pelo telefone 291214083 das 9h00 às 12h00. Esta medida proporciona o escoamento dos produtos nos estabelecimentos, mantendo a montante o fornecimento por parte dos agricultores e garantindo frescos a quem tem mais dificuldade e risco de sair da sua residência. Ainda no público, o Governo Regional da Madeira decidiu comprar vários produtos lácteos às agro-indústrias locais, até um valor de 120.000 euros, para serem posteriormente redistribuídos por instituições de solidariedade social. O Mercado Abastecedor de São Martinho, no Funchal, que pertence à rede de Centros de Abastecimento Agrícola da Madeira sob gestão da SRA por meio da DRA, é um mercado grossista aonde muitos comerciantes dos Mercados Municipais do Funchal e do retalho dos concelhos do Funchal, Câmara de Lobos, Santa Cruz e Machico, adquirem os produtos agrícolas. Este Mercado continuará a operar no seu horário habitual, dadas as quantidades ali transaccionadas, embora o acesso à nave principal daquele mercado esteja restringido, assim como os clientes dos postos fixos, que só podem entrar pelas portas do exterior da nave.

Sei que existem outras propostas no âmbito agrícola com o mesmo propósito, de fazer chegar à sua casa o que precisa, quer na Madeira, quer certamente no Porto Santo, mas dada a falta de espaço decidi trazer estes três exemplos. Cabe a si, caro leitor, informar-se do local ou locais de venda mais próximos do seu domicílio, para que tenha sempre os nossos produtos agrícolas frescos e de excelência à sua mesa!

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publicado às 16:51


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